31 de agosto de 2006

O meu pedaço de céu


Esta praia é absolutamente espectacular!!

Não tinha quase ninguém!
Estas foram as minhas férias. Praia,praia e mais praia :D que chatice! :P

8 de agosto de 2006

Parêntesis

(Encolher os ombros é uma grande falta de educação,que eu sei.)

Eu Tu Ele Nós Vós Eles

A propósito do post anterior,lá no clube de vídeo dirijo-me às pessoas de uma maneira gentil e cordial, mas sempre na 3ª pessoa. Seja o sócio velho ou novo.
Isto porque independentemente da idade ou estatuto socio-económico, num negócio o cliente está em primeiro lugar e deve ser tratado com o devido respeito. Ainda que depois a barreira possa ser quebrada e seja o cliente a pedir um tratamento menos formal.
Uma das coisas que me deixa completamente passada quando estou a ser atendida é tratarem-me por tu, quando não me conhecem de lado nenhum. Salta-me a tampa, mas na maior parte dos casos,limito-me a fazer umas trombas monumentais e nem digo nada.
Isto aplica-se aos meus instrutores de condução. No outro dia, um deles estava deliciado a orientar a minha condução:
"-vira à esquerda!",
"-contorna pela direita!",
"-estás a perceber?"
eu respondi:
"-eu queria pedir-lhe uma coisa. Não me trate por tu, que eu não gosto."
ao que ele respondeu prontamente:
"-eu não te estou a tratar por tu, eu trato-te por Inês."
Eu estava já virada do avesso, vermelha de cólera mas limitei-me a encolher os ombros,bufei e disse para ele parar de se dirigir a mim na 2ª pessoa do singular. Rangi os dentes.
Realmente, o clube de vídeo anda-me a fazer muito bem aos nervos. Isto de lidar com o público também nos dá mais sangue frio. O homem safou-se de levar uma travagem brusca acompanhada de um berro estridente pelos ouvidos adentro.
Mesmo assim, duvido que ele tenha entendido o que eu quis dizer. Pelo sim, pelo não, da próxima vez levo uma gramática da língua portuguesa.
Burro.

Prioridades e outras necessidades

Nestes últimos meses, tenho estado a trabalhar em partime num clube de video da capital. É uma ocupação porreira; dá para ganhar uns trocos, fico a par das novidades e fico mais desembaraçada a lidar com as pessoas - ninguém acredita em mim, mas eu sou tímida e recatada(!!).
No início, pensei em gastar o dinheiro ganho numa viagem há muito desejada. Uma espécie de prenda-de-mim-para-mim de fim de curso, 'tão a ver? Mas depois reformulei o raciocínio e resolvi pagar o resto das lições de condução. Lá se foi a viagem pelo cano abaixo. Paciência, coisas da vida, isto de ser adulto é mesmo assim - aguenta,paga e cara alegre.
De modo que estão avisados: já faltou mais para eu andar a conduzir por Lisboa fora,espalhando o terror entre os peões e condutores!!

7 de agosto de 2006

The Big Chill

..é o nome de um dos meus filmes preferidos de todos os tempos: pela simplicidade da história e pela maneira como é retratada a amizade que une antigos colegas da Universidade de Michigan, quando se reencontram após a morte de um deles.
Já andava à procura deste filme há muito tempo, até já tinha falado nisso a várias pessoas. Quando soube que este dvd estava à venda na Fnac pela módica quantia de 9,95 euros (obrigada Ogre!!!), fui logo comprá-lo.
Da primeira vez não reparei, talvez por estar demasiado feliz com o filme.
Mas ontem, meu Deus, ontem. Reparei em tudo. A legendagem (em português) está uma lástima. Um festival de asneiras, que vai desde uma má tradução dos termos em inglês até a erros gramaticais dignos de linchamento em praça pública. Um filme desta qualidade merecia uma legendagem perfeita!
O mais incrível é que, às tantas, dei por mim a prestar mais atenção às bacoradas das legendas do que ao próprio filme.
Fiquei muito decepcionada por constatar que nos dias de hoje (com o desemprego que há por aí) um filme desta natureza perca valor pela tradução, feita por uma pessoa que não sabe conjugar verbos. Mais valia terem dado a oportunidade a um tradutor com mais competência.
Desafio qualquer um a ver o filme, vão ver que tenho razão.
The Big Chill
The Big Chill - Os Amigos de Alex (1983)