...de passear à noite sem olhar para o relógio.
19 de março de 2009
16 de março de 2009
No Sábado passado
MONSTRA '09
Da minha lista mental de coisas a fazer antes dos 30, já risquei mais um item: trabalhar como voluntária no monstra. Não é que tenha uma lista bem definida; há objectivos concretos que estão, efectivamente, em stand-by. Mas existem outros que se atravessam no meu caminho, um pouco por acaso. E então, pondero e avanço.
A experiência foi gratificante a todos os níveis: equipa/ convívio, desempenho de funções, pessoas que conheci (realizadores, artistas, etc.), amigos que revi, filmes que tive a oportunidade de ver.
Por estar a trabalhar num escritório durante o dia, a semana acabou por ser mais cansativa, mas mesmo assim (cansada e com olheiras até ao queixo) soube bem esta lufada de ar fresco.
Para o ano, há mais! Se não for como elemento do staff, irei concerteza marcar presença como espectadora.
monstra 09 - festival de cinema de animação de LISBOA
5 de março de 2009
No creo en brujas,pero que las hay...las hay!
Nos últimos tempos, tenho tido altos picos de stress. É a Precariedade, é o SPM, é a Crise, é a Solidão, é a Multidão, é querer fugir daqui sem ir a lado nenhum.
O Mundo não é cor de rosa. E isso dá-me grandes insónias.
Há dias a minha grande amiga Maria, com quem partilho casa, a minha Felicidade, os meus Medos e Tristezas (tudo com letra grande, sim. Porque são sempre histórias muito grandes que merecem ser ouvidas) emprestou-me um bonequinho minúsculo.
"Queres pedir um desejo?"-perguntou, mostrando uma caixinha com três bonequinhos muito coloridos lá dentro.
"O quê? Que é isso?"
"Antes de dormir, contas-lhe baixinho o que te preocupa. Depois, colocas o bonequinho debaixo da tua almofada. Vais ver que resulta, dormes melhor. Escolhe um."
"Está bem. Vou experimentar."
Resultou. Nas últimas duas noites dormi muito melhor.
4 de março de 2009
Diário Gráfico
Comecei há semanas a fazer um diário gráfico. Nunca tinha feito um.
Estou a gostar. Qualquer dia venho cá postar um desenho.
Faço colagens, mas tenho medo de colorir esboços. Já não sei desenhar coisas em perspectiva. Caras. Objectos do uso quotidiano.
Lembrei-me que já me esqueci de quase tudo o que aprendi.
11 de fevereiro de 2009
+ forte do que eu
Aguentei até não poder mais.
"Olha a crise". "Olha a contenção de gastos". "inÊs, não é prioritário". "Olha o supermercado."
Que se lixe. Fui lá e comprei-o.
...E agora estou consoladinha :)
6 de fevereiro de 2009
Taras e Manias IV
Não passo a ferro. Estico a roupa bem esticadinha, às vezes pendurada numa cruzeta (no caso das camisas). E já está.
28 de janeiro de 2009
22 de janeiro de 2009
Telefone estragado
Sabem aquele jogo do telefone estragado? Não? Funciona da seguinte maneira: jogadores dispostos em círculo. O jogo começa quando uma pessoa diz uma frase ao ouvido de outra, que a repete à pessoa seguinte and so on and so on. A última pessoa a ouvir a frase tem de repetir o que ouviu em voz alta. Geralmente, as palavras que saem não têm nada a ver com a frase inicial.
Risota geral.
Há uns tempos, calhou estar a falar com um amigo meu sobre o ódio visceral que tenho por pombos.
-"Os pombos, bichos nojentos, sujos, feios, promíscuos, sempre que olho para eles dá-me vontade de os exterminar a todos. Odeio-os!"
-"Mas Inês, calma... As coisas não são bem assim!..."
-"Não são bem assim?!? Cada vez são mais!
Agora a velha do segundo andar do meu prédio deu em atirar-lhes comida! É proibido por lei!! Já pensei em denunciar o caso às autoridades, pois além de ilegal, é um atentado à saúde pública, fica o chão todo sujo, chama mais bichos!! Mas tenho pena da velha, não tem mais nada para fazer!..."
À medida que a conversa ia fluindo, as nossas expressões faciais começavam a ficar mais evidenciadas (e contrastadas): o meu sobrolho cada vez mais franzido e a cara do meu amigo, cada vez mais incrédulo. E acima de tudo, espantado. No mau sentido da palavra.
-"Já escrevi à Câmara de Lisboa a reclamar e tudo! Como é que a Câmara os controla? Aumentam e aumentam! Isto não pode continuar!
No outro dia, descobri que um deles se tinha vindo sentar em cima de uma planta que eu tenho na varanda, uma planta tão bonita, que agora tem uma clareira no meio. Achas que isto é normal???"
A epifania.
-"Na tua varanda??? O quê?... De que é que estás a falar?!"
-"Tás a gozar comigo? Não me digas que não ouviste nada do que eu disse! Estou a falar desta praga de pombos nojentos que só aumenta em Lisboa!!!"
-"Ai Inês, que susto!... (*suspiro de alívio*)...Eu ao princípio ouvi mal e em vez de pombos, percebi pobres."
21 de janeiro de 2009
João Aguardela || in memoriam
"Chego a casa a porta estava trancada
Fechadura tinha sido mudada
Uma sombra desvia o meu olhar
Estava outro parvo no meu lugar
.
.
Chego ao trabalho mau olhado
A secretária olha de lado
A silhueta desvia o meu olhar
Estava outro parvo no meu lugar
.
Refrão:
Outro parvo, outro parvo
Estava outro parvo no meu lugar
Outro parvo, outro parvo
Estava outro parvo no meu lugar
.
Minha mãe preocupada
Disse que a vida não estava acabada
Mas quando chego para jantar
Estava outro parvo no meu lugar
.(Refrão)
O coveiro desconfiado
Disse que o buraco já estava tapado
Mas quando chego para enterrar
Estava outro parvo no meu lugar
.(Refrão)
Mas porque raio é que me estou a queixar?
Eu sempre quis ter outro parvo no meu lugar
Outro parvo, outro parvo
Estava outro parvo no meu lugar"
.Outro Parvo no Meu Lugar - Sitiados
.Quem me dera que tivesse ido outro parvo no teu lugar!...
Até sempre, João Aguardela!
20 de janeiro de 2009
Inépcia
Ok. Por mais que me esforce, eu não consigo. Não consigo. É superior às minhas forças.
Não sei dizer nuvem. E não sei dizer abdicar.
Sai-me sempre núnvem e adbicar.
19 de janeiro de 2009
A vida é matemática
Quando os amigos nos desapontam, ficamos tristes.
E a dor q se sente é inversamente proporcional à ligeireza com que eles encaram os danos causados.
E a dor q se sente é inversamente proporcional à ligeireza com que eles encaram os danos causados.
18 de janeiro de 2009
9 de janeiro de 2009
Barreira Psicológica II
É do conhecimento geral que o meu sítio preferido em todo o Mundo (ou pelo menos, dos sítios que já conheço) se situa algures na Costa Vicentina. Vou lá passar férias desde que nasci e sempre que me sinto a pirar da cabeça, dou lá um salto para recarregar baterias.
Muitas vezes vou de Expresso. É mais barato, cómodo e não me chateia nada. Muitas vezes até tenho a sorte de ter alguém ao lado para conversar.
Mas o que me custa mais não são as voltas que o autocarro dá até chegar à localidade em questão. O que realmente me custa é o caminho até Alcácer do Sal.
(Sou MESMO esquisita).
Esta fotografia foi retirada do site www.panoramio.com
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