6 de fevereiro de 2009
28 de janeiro de 2009
22 de janeiro de 2009
Telefone estragado
Sabem aquele jogo do telefone estragado? Não? Funciona da seguinte maneira: jogadores dispostos em círculo. O jogo começa quando uma pessoa diz uma frase ao ouvido de outra, que a repete à pessoa seguinte and so on and so on. A última pessoa a ouvir a frase tem de repetir o que ouviu em voz alta. Geralmente, as palavras que saem não têm nada a ver com a frase inicial.
Risota geral.
Há uns tempos, calhou estar a falar com um amigo meu sobre o ódio visceral que tenho por pombos.
-"Os pombos, bichos nojentos, sujos, feios, promíscuos, sempre que olho para eles dá-me vontade de os exterminar a todos. Odeio-os!"
-"Mas Inês, calma... As coisas não são bem assim!..."
-"Não são bem assim?!? Cada vez são mais!
Agora a velha do segundo andar do meu prédio deu em atirar-lhes comida! É proibido por lei!! Já pensei em denunciar o caso às autoridades, pois além de ilegal, é um atentado à saúde pública, fica o chão todo sujo, chama mais bichos!! Mas tenho pena da velha, não tem mais nada para fazer!..."
À medida que a conversa ia fluindo, as nossas expressões faciais começavam a ficar mais evidenciadas (e contrastadas): o meu sobrolho cada vez mais franzido e a cara do meu amigo, cada vez mais incrédulo. E acima de tudo, espantado. No mau sentido da palavra.
-"Já escrevi à Câmara de Lisboa a reclamar e tudo! Como é que a Câmara os controla? Aumentam e aumentam! Isto não pode continuar!
No outro dia, descobri que um deles se tinha vindo sentar em cima de uma planta que eu tenho na varanda, uma planta tão bonita, que agora tem uma clareira no meio. Achas que isto é normal???"
A epifania.
-"Na tua varanda??? O quê?... De que é que estás a falar?!"
-"Tás a gozar comigo? Não me digas que não ouviste nada do que eu disse! Estou a falar desta praga de pombos nojentos que só aumenta em Lisboa!!!"
-"Ai Inês, que susto!... (*suspiro de alívio*)...Eu ao princípio ouvi mal e em vez de pombos, percebi pobres."
21 de janeiro de 2009
João Aguardela || in memoriam
"Chego a casa a porta estava trancada
Fechadura tinha sido mudada
Uma sombra desvia o meu olhar
Estava outro parvo no meu lugar
.
.
Chego ao trabalho mau olhado
A secretária olha de lado
A silhueta desvia o meu olhar
Estava outro parvo no meu lugar
.
Refrão:
Outro parvo, outro parvo
Estava outro parvo no meu lugar
Outro parvo, outro parvo
Estava outro parvo no meu lugar
.
Minha mãe preocupada
Disse que a vida não estava acabada
Mas quando chego para jantar
Estava outro parvo no meu lugar
.(Refrão)
O coveiro desconfiado
Disse que o buraco já estava tapado
Mas quando chego para enterrar
Estava outro parvo no meu lugar
.(Refrão)
Mas porque raio é que me estou a queixar?
Eu sempre quis ter outro parvo no meu lugar
Outro parvo, outro parvo
Estava outro parvo no meu lugar"
.Outro Parvo no Meu Lugar - Sitiados
.Quem me dera que tivesse ido outro parvo no teu lugar!...
Até sempre, João Aguardela!
20 de janeiro de 2009
Inépcia
Ok. Por mais que me esforce, eu não consigo. Não consigo. É superior às minhas forças.
Não sei dizer nuvem. E não sei dizer abdicar.
Sai-me sempre núnvem e adbicar.
19 de janeiro de 2009
A vida é matemática
Quando os amigos nos desapontam, ficamos tristes.
E a dor q se sente é inversamente proporcional à ligeireza com que eles encaram os danos causados.
E a dor q se sente é inversamente proporcional à ligeireza com que eles encaram os danos causados.
18 de janeiro de 2009
9 de janeiro de 2009
Barreira Psicológica II
É do conhecimento geral que o meu sítio preferido em todo o Mundo (ou pelo menos, dos sítios que já conheço) se situa algures na Costa Vicentina. Vou lá passar férias desde que nasci e sempre que me sinto a pirar da cabeça, dou lá um salto para recarregar baterias.
Muitas vezes vou de Expresso. É mais barato, cómodo e não me chateia nada. Muitas vezes até tenho a sorte de ter alguém ao lado para conversar.
Mas o que me custa mais não são as voltas que o autocarro dá até chegar à localidade em questão. O que realmente me custa é o caminho até Alcácer do Sal.
(Sou MESMO esquisita).
Esta fotografia foi retirada do site www.panoramio.com
Barreira Psicológica I
Toda a gente à minha volta se queixa do frio: "Ai, que frio!"; "brrrr, que frio horrível!"; "Este frio gela-me os ossos!"; "Não aguento este frio!"
Para mim, o Inverno começa quando a temperatura exterior desce até aos 10ºC. É a minha barreira psicológica para processar a palavra "FRIO".
Temperaturas inferiores a essa já não me fazem diferença.
Eu sei. Sou esquisita.
...e com o meu casaco (ao qual chamo "o meu Urso"), bem pode nevar, que eu não me importo!
7 de janeiro de 2009
ZzzzZZZZZzzzzZZZZzzz
Ontem cheguei a casa cheia de sono e de frio. Deitei-me às 20h30 e adormeci profundamente. Sonhei que viajava, que ria muito. Sonhei que tinha ido ao Japão e que na verdade, o Japão era uma cidade dentro da China.
Acordei super bem disposta e com a sensação de ter dormido durante uma década. Olhei para o relógio. Era 1h30 da manhã.
16 de dezembro de 2008
Ready... set... GO!!!*
Está lançado o repto!
E eu alinho!!!
*que é como quem diz "partida, lagarta, fugida!!!"
(ah ah ah...belos tempos, os do FMP).
11 de dezembro de 2008
Da minha rinite alérgica || Sincronismo perfeito
A minha sala de trabalho é composta por um universo de 5 pessoas, das quais a única mulher sou eu.
Acho graça à maneira de me responderem "SAÚDE!!!", todos em coro e com voz grossa, de cada vez que espirro.
Acho graça à maneira de me responderem "SAÚDE!!!", todos em coro e com voz grossa, de cada vez que espirro.
10 de dezembro de 2008
4 de dezembro de 2008
Banda Sonora
Zaho - C'est Chelou
La MC Malcriado + Mayra Andrade - Mas Amor
Zaho - La Roue Tourne
Admiral T - Rev an Mwen
NTM - La Fievre
La MC Malcriado + Mayra Andrade - Mas Amor
Zaho - La Roue Tourne
Admiral T - Rev an Mwen
NTM - La Fievre
27 de novembro de 2008
livros || novos projectos
Outro dia, estava a passear na Fnac e dei com este livro:
D.I.Y - Design It Yourself, A Design Handbook
Um pouco mais à frente, olhei para este:
The Guerilla Art Kit
Pensei um pouco, fiz contas à vida e depois achei que valia a pena perder a cabeça, esquecer a álgebra linear e trazê-los para casa. Na tentativa de fazer o presente perfeito. De Natal, de Amizade, de Amor, de Coisa Nenhuma.
26 de novembro de 2008
Do Cinema de Animação
Adoro o filme Ratatui, já o vi vezes sem conta. Mais do que qualquer outra coisa, gosto do Emile. I wonder why :P
Emile
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