A minha sala de trabalho é composta por um universo de 5 pessoas, das quais a única mulher sou eu.
Acho graça à maneira de me responderem "SAÚDE!!!", todos em coro e com voz grossa, de cada vez que espirro.
11 de dezembro de 2008
10 de dezembro de 2008
4 de dezembro de 2008
Banda Sonora
Zaho - C'est Chelou
La MC Malcriado + Mayra Andrade - Mas Amor
Zaho - La Roue Tourne
Admiral T - Rev an Mwen
NTM - La Fievre
La MC Malcriado + Mayra Andrade - Mas Amor
Zaho - La Roue Tourne
Admiral T - Rev an Mwen
NTM - La Fievre
27 de novembro de 2008
livros || novos projectos
Outro dia, estava a passear na Fnac e dei com este livro:
D.I.Y - Design It Yourself, A Design Handbook
Um pouco mais à frente, olhei para este:
The Guerilla Art Kit
Pensei um pouco, fiz contas à vida e depois achei que valia a pena perder a cabeça, esquecer a álgebra linear e trazê-los para casa. Na tentativa de fazer o presente perfeito. De Natal, de Amizade, de Amor, de Coisa Nenhuma.
26 de novembro de 2008
Do Cinema de Animação
Adoro o filme Ratatui, já o vi vezes sem conta. Mais do que qualquer outra coisa, gosto do Emile. I wonder why :P
Emile
11 de novembro de 2008
instantâneos - Paris
A mítica Livraria Shakespeare and Company:
Descobri esta fotografia no Flickr.com e a autora chama-se Swiv.
Fiquei tão contente por ali ter chegado, que perdi a cabeça e comprei o livro com os diálogos dos filmes Before Sunrise/Before Sunset.
A capa do livro.
Ai, Paris Paris... Tenho tantas saudades tuas!...*suspiro*
10 de novembro de 2008
instantâneos - Versailles (Paris)
No domínio da Maria Antonieta:

Moinho
...tudo parecia um sonho!

Fotografias retiradas do site www.chateauversailles.fr

Moinho
...tudo parecia um sonho!

Fotografias retiradas do site www.chateauversailles.fr
instantâneos- Roma
instantâneos - Veneza
A mais linda ponte de Budapeste.
Chain Bridge
Numa viagem em socorro do povo com a fé ameaçada, São Geraldo (bispo e primeiro mártir da Hungria) foi preso e apedrejado até à morte pelos inimigos da fé, em 24 de Setembro de 1046.
(Não bastando isso, o coitado foi enfiado num barril e atirado pelo monte abaixo).
Ficámos morbidamente fascinados pela história de São Geraldo.
6 de novembro de 2008
5 de novembro de 2008
instantâneos || Salzburgo
Mirabell Gardens - Onde foi filmada a cena da canção Do Re Mi, do filme The Sound of Music
Queríamos muito ir visitar o sítio onde no filme a família Von Trapp actua durante o Festival e depois foge. Estava fechado e ficámos muito tristes. Seguimos caminho, um bocado desiludidos, até que sem querer, demos a volta ao edifício. Encontrámos uma entrada de serviço aberta. Não havia ninguém por perto. Entrámos. Veio logo um rapaz, o vigilante, a chamar "psst psst" freneticamente. Fingi que não ouvi nada e só à porta é que olhei para trás.
"Vocês não podem estar aqui, o edifício está fechado por causa do festival!"
"Oh, peço desculpa! Não sabia!Mas...nós queríamos tanto tirar uma fotografia!..." (disse isto a fazer olhos de bambi)
"Hmmm Bom, está bem. Uma fotografia. Depressa! Se alguém vos apanha aqui!..."
"Oh, muito obrigada!!!"
Tirámos umas com o meu irmão a sorrir, vitorioso. Mas deixo-vos esta:
Festspielhäuser – Salzburg Festival Halls
4 de novembro de 2008
3 de novembro de 2008
2 de novembro de 2008
Inferno
Disse a mim mesma que o ano 2008 seria o ano da mudança. E realmente tem sido. Uma das coisas em que decidi investir mais foi em programas culturais.
Há umas semanas comprei bilhetes para a temporada da CNB - Companhia Nacional de Bailado. Nesta sexta fui ver o Inferno, da Olga Roriz. Bem. Se algum dia estiverem a considerar a hipótese de ver este bailado, DESISTAM! Odiei. Foi a maior *%&#$%* que eu vi na minha vida. Nem tive coragem para aplaudir. Nunca tal me tinha acontecido antes.
Retirado de www.olgaroriz.com
31 de outubro de 2008
Conselhos Úteis || Interrail
O objectivo da nossa viagem prendia-se com ficar a conhecer os sítios, saber o que lá existe para depois, num passeio já mais descontraído, aprofundar os conhecimentos de cada cidade.
Avaliando a experiência já a uma certa distância temporal, vejo que a aproveitámos bem, mas também cometemos alguns erros. Ficam aqui certos conselhos:
-Não trocar dinheiro nas casas de câmbio, pois fica muito mais caro. Em vez disso, levantar directamente do multibanco/ATM.
-Levar sapatos MESMO confortáveis. Anda-se sempre mais do que se está à espera.
-Aproveitar os guias da cidade/ mapas gratuitos, disponíveis nos pontos de turismo de cada cidade.
-Comprar bilhetes/passes de transportes colectivos adequados à duração da estadia. Poupa-se muito dinheiro, sobretudo se derem para o metro e autocarro.
-Verificar a validade dos bilhetes/passes, para não apanhar multa.
-Nas cidades com mais afluência turística,reservar lugar no hostel com antecedência. Os que têm melhor relação preço/qualidade são os primeiros a lotar, sobrando só os mais caros.
-Levar molas da roupa e uma cordinha. Dá muito jeito.
- Sempre que se chega a uma cidade, ainda na estação de comboios, estudar os horários de partida para a próxima cidade. Poupa-se imenso tempo.
-Levar Toalhitas de bebé. Não é preciso explicar, pois não?-Nos compartimentos dos comboios (aqueles cujas cadeiras se transformam em camas), se se quiser dormir descansado sem ninguém a chatear,dormir de cara tapada e fechar a porta do compartimento. Usei muito esta técnica ahaha
-Levar um caderno e fazer um diário de viagem. Podem incluir-se os bilhetes, fotografias, comentários das pessoas com quem se travou conhecimento...
-Ler blogs de outros interrailers e comparar as experiências.
17 de Agosto - Paris-Lisboa (último dia)
Neste dia, acordámos cedo e antes das 9 da manhã já estávamos à porta do hostel. Como havia obras no metro, tínhamos reservado transporte directo do albergue até ao Aeroporto (CDG), para garantir que chegávamos a tempo.
À hora marcada, veio buscar-nos um senhor com uma carrinha de 9 lugares. Era muito simpático. Pelo caminho, parou noutro hotel, onde entraram mais passageiros.
Chegámos ao CDG ainda com tempo para comer e descansar.
O voo atrasou um bocadinho, mas a viagem correu bem. Chegámos a Lisboa à hora do almoço.
O melhor:
-Todos os passeios que demos,lugares que visitámos e as pessoas que conhecemos
-Versailles, domínio da Maria Antonieta
-O dia na Disney e a visita ao Museu d'Orsay
-Tratar de tudo no Hostel : bilhete para a Disney, transporte para o aeroporto
O pior:
-O duche com temporizador
-A comida enlatada do mini-mercado do turco, perto do nosso hostel.
16 de Agosto - Paris penúltimo dia
No penúltimo dia desta aventura, reservámos a manhã para ver o Museu d’Orsay. Como não tínhamos muito tempo, optámos por deixar o Louvre para uma próxima visita. Gostámos muito de ver as obras dos impressionistas e uma exposição de fotografia que lá estava.
Museu d' Orsay
De seguida fomos passear até Monmartre.
Sacre Coeur
No regresso, comi um crepe com chocolate, que me soube muito bem :)
29 de outubro de 2008
15 de Agosto - Versailles
De manhã passeámos pela cidade, fomos ao Parc de la Villette e almoçámos no Mac mais próximo de lá. Depois eu queria ir visitar a livraria Shakespeare & Co, (http://www.shakespeareco.org/) situada na Rue de la Bucherie, nº 37. Tudo por causa do filme Before Sunset, do qual sou mega fã. (Sou uma daquelas pessoas que viram em 94 o Before Sunrise e depois ficaram à espera da sequela durante 9 longoooos anos). Foi um pouco difícil dar com o sítio (por causa do cansaço, talvez?) mas na verdade, fica mesmo perto da Notre Damme, literalmente no centro de Paris. (Km Zero) Fiquei muito contente, já em Viena tinha procurado visitar certos sítios onde o Before Sunrise tinha sido filmado. (E em Salzburgo, tínhamos visitado as locations do The Sound of Music)
Infelizmente, não pude ir ao Le Pure Café, pois não tínhamos muito tempo. Por causa das obras do Metro (havia um troço qualquer em obras) apanhámos um autocarro até à estação de partida do RER para irmos para Versailles.
Versailles… Um sonho.
Infelizmente, não pude ir ao Le Pure Café, pois não tínhamos muito tempo. Por causa das obras do Metro (havia um troço qualquer em obras) apanhámos um autocarro até à estação de partida do RER para irmos para Versailles.
Versailles… Um sonho.
Estátuas junto a uma fonte
Mais uma vez, a par da importância histórica do monumento (Tratado de Versailles), um dos grandes motivos pelo qual tinha muita curiosidade em visitá-lo foi o facto de ter gostado muito do filme Marie Antoinette e da maneira como a Sofia C. captou a luz e toda a envolvência do Palácio e suas dependências.
À semelhança do que tinha acontecido no palácio Schonbrunn em Viena, o bilhete dava direito a visitar tudo, era válido para o dia todo e tinha um Audioguide em inglês incluído (com headphones), que nos facilitou bastante a visita.
A ópera estava fechada, por causa das obras de restauro. Tivemos pena de não poder visitá-la, mas julgo que irei voltar mais vezes a Paris e nessa altura poderei regressar a Versailles.
Gostei muitíssimo deste dia, o meu irmão também.
À semelhança do que tinha acontecido no palácio Schonbrunn em Viena, o bilhete dava direito a visitar tudo, era válido para o dia todo e tinha um Audioguide em inglês incluído (com headphones), que nos facilitou bastante a visita.
A ópera estava fechada, por causa das obras de restauro. Tivemos pena de não poder visitá-la, mas julgo que irei voltar mais vezes a Paris e nessa altura poderei regressar a Versailles.
Gostei muitíssimo deste dia, o meu irmão também.
Esta sou eu!
Ficámos até ao por do sol, sentados nas escadas junto à parte de trás do Palácio. Os últimos visitantes (cerca de 15) e alguns funcionários também estavam connosco, todos a contemplar aquele espectáculo.
Sunset Versailles
No dia anterior o australiano giro tinha ido embora e o lugar dele foi ocupado por uma rapariga muitíssimo simpática, a Robyn, também australiana. Tínhamos gostado tanto dela, que combinámos sair com ela.
À noite, fomos passear com a Robyn. Passeámos em Pigalle, para ver o Moulin Rouge por fora. Fartámo-nos de rir com as fotos à porta das boites, eram todas mega pirosas dos anos 80.
Tirámos fotografias à Torre, que estava iluminada com luzes azuis, por causa da Presidência da UE e no início de cada hora, durante dez minutos, milhões de luzinhas acendiam e apagavam, fazendo com que a Torre parecesse uma árvore de Natal gigante. Um gasto de energia, mas… uma experiência que valeu a pena presenciar :)
A Torre Eiffel, toda iluminada
Voltámos para o Hostel e continuámos a falar um bom bocado até adormecermos.
Como o Hostel tinha recolher às 2h, quem quisesse sair, tinha de dormir fora do albergue, pois a partir desta hora, a porta fechava e só abria de manhã.
Nesta noite, o rapaz que estava no beliche da Robyn, dormiu noutro quarto, pois fizeram lá uma festa. Ele era brasileiro e chamava-se Marcos. Muito simpático também. Entusiasta de Monmartre, não se calava para irmos lá. Decidimos ir no dia seguinte, 16/Agosto.
28 de outubro de 2008
14 de Agosto - Paris
Depois de uma boa noite de sono, este dia foi para passearmos por toda a Cidade.
Passámos a manhã nas bichas para subir à Torre Eiffel. Decidimos subir a pé até ao segundo andar e só aí apanhar o elevador até ao cimo. Tive de me chatear duas vezes com pessoas que estavam a querer passar à nossa frente. “Ouça lá, desculpe. O que está aqui a fazer? O fim da bicha é naquela direcção.” Primeiro com umas tipas lá em baixo, e depois com um casal de italianos no segundo patamar. Os italianos ainda se fingiram de parvos, mas depois eu piquei os espanhóis que estavam à nossa frente, e eles fizeram todo o trabalho de os expulsar da bicha. Ahaha
Demorámos uma manhã inteira a chegar lá, mas quando se vê a vista… o Mundo pára.
Passámos a manhã nas bichas para subir à Torre Eiffel. Decidimos subir a pé até ao segundo andar e só aí apanhar o elevador até ao cimo. Tive de me chatear duas vezes com pessoas que estavam a querer passar à nossa frente. “Ouça lá, desculpe. O que está aqui a fazer? O fim da bicha é naquela direcção.” Primeiro com umas tipas lá em baixo, e depois com um casal de italianos no segundo patamar. Os italianos ainda se fingiram de parvos, mas depois eu piquei os espanhóis que estavam à nossa frente, e eles fizeram todo o trabalho de os expulsar da bicha. Ahaha
Demorámos uma manhã inteira a chegar lá, mas quando se vê a vista… o Mundo pára.
A Torre Eiffel
Paris
Paris
Fiquei rendida e quero muito voltar a Paris!
13 de Agosto - A saída com o australiano
Chegámos ao Hostel e nada de australiano. "Raios, esqueceu-se". "Mas também... já é quase meia noite".
Olhei para o meu saco-cama e tinha lá um bilhete dele a explicar que tinha ido ter com um amigo e que ficava à espera que nós o contactássemos. "text message only". Tentámos e nada. Erro na ligação. "Olha, paciência. Fica para a próxima".
Como ainda não tínhamos jantado, fomos comprar alguma coisa. Entretanto e sem saber porquê, perdemo-nos e ainda andámos às voltas um bom bocado.
Quando chegámos, fomos logo para a cama. Escrevi um bilhete para o australiano e depois apagámos a luz. Passados 10 minutos, ele chega. "Ai meu Deus, que situação, não estou a dormir, vai pensar que estive à espera dele. Vou fingir que estou a dormir e pronto."
Ele nem sequer acendeu a luz. Preparou as coisas e meteu-se na cama. E eu acordadíssima.
O pior foi quando me começou a dar aquela vontade líquida de ir à casa de banho, mas não queria levantar-me, pois ele ainda estava acordado e eu tinha imensa vergonha de falar com ele... E ele era giro-giro-giro.
Mas chegou a uma altura que já não aguentei mais. Tive mesmo de ir lá. E mal me levantei da cama, ele começou logo a bichanar "Olá, tudo bem? Não apareceram! Li o teu bilhete quando cheguei há bocadinho!!"
Ele no "blablabla" e eu ali toda aflitinha. "Ah ah que engraçado. Pois. Olha, eu tenho de ir lá fora, mas se quiseres podemos falar mais um pouco. Não pode é ser aqui, pois está toda a gente a DORMIR!"
E depois ele foi ter comigo ao corredor e conversámos baixinho imenso tempo e ficámos todos apaixonadinhos um pelo outro. ahahahah. E acabou.
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