6 de novembro de 2008
5 de novembro de 2008
instantâneos || Salzburgo
4 de novembro de 2008
3 de novembro de 2008
2 de novembro de 2008
Inferno
31 de outubro de 2008
Conselhos Úteis || Interrail
-Nos compartimentos dos comboios (aqueles cujas cadeiras se transformam em camas), se se quiser dormir descansado sem ninguém a chatear,dormir de cara tapada e fechar a porta do compartimento. Usei muito esta técnica ahaha
-Levar um caderno e fazer um diário de viagem. Podem incluir-se os bilhetes, fotografias, comentários das pessoas com quem se travou conhecimento...
-Ler blogs de outros interrailers e comparar as experiências.
17 de Agosto - Paris-Lisboa (último dia)
16 de Agosto - Paris penúltimo dia
29 de outubro de 2008
15 de Agosto - Versailles
Infelizmente, não pude ir ao Le Pure Café, pois não tínhamos muito tempo. Por causa das obras do Metro (havia um troço qualquer em obras) apanhámos um autocarro até à estação de partida do RER para irmos para Versailles.
Versailles… Um sonho.
À semelhança do que tinha acontecido no palácio Schonbrunn em Viena, o bilhete dava direito a visitar tudo, era válido para o dia todo e tinha um Audioguide em inglês incluído (com headphones), que nos facilitou bastante a visita.
A ópera estava fechada, por causa das obras de restauro. Tivemos pena de não poder visitá-la, mas julgo que irei voltar mais vezes a Paris e nessa altura poderei regressar a Versailles.
Gostei muitíssimo deste dia, o meu irmão também.
No dia anterior o australiano giro tinha ido embora e o lugar dele foi ocupado por uma rapariga muitíssimo simpática, a Robyn, também australiana. Tínhamos gostado tanto dela, que combinámos sair com ela.
À noite, fomos passear com a Robyn. Passeámos em Pigalle, para ver o Moulin Rouge por fora. Fartámo-nos de rir com as fotos à porta das boites, eram todas mega pirosas dos anos 80.
Tirámos fotografias à Torre, que estava iluminada com luzes azuis, por causa da Presidência da UE e no início de cada hora, durante dez minutos, milhões de luzinhas acendiam e apagavam, fazendo com que a Torre parecesse uma árvore de Natal gigante. Um gasto de energia, mas… uma experiência que valeu a pena presenciar :)
Voltámos para o Hostel e continuámos a falar um bom bocado até adormecermos.
Como o Hostel tinha recolher às 2h, quem quisesse sair, tinha de dormir fora do albergue, pois a partir desta hora, a porta fechava e só abria de manhã.
28 de outubro de 2008
14 de Agosto - Paris
Passámos a manhã nas bichas para subir à Torre Eiffel. Decidimos subir a pé até ao segundo andar e só aí apanhar o elevador até ao cimo. Tive de me chatear duas vezes com pessoas que estavam a querer passar à nossa frente. “Ouça lá, desculpe. O que está aqui a fazer? O fim da bicha é naquela direcção.” Primeiro com umas tipas lá em baixo, e depois com um casal de italianos no segundo patamar. Os italianos ainda se fingiram de parvos, mas depois eu piquei os espanhóis que estavam à nossa frente, e eles fizeram todo o trabalho de os expulsar da bicha. Ahaha
Demorámos uma manhã inteira a chegar lá, mas quando se vê a vista… o Mundo pára.
13 de Agosto - A saída com o australiano
13 de Agosto - Disneyland Paris (DP)
12 de Agosto - Paris (tarde e noite)
Quando chegámos ao nosso quarto, estávamos bastante cansadinhos. Entrámos pé ante pé, estava tudo às escuras, mas depressa percebemos que já lá estava alguém.
O meu irmão ía à frente, falou logo com a pessoa, eu cheguei depois, já a luz estava acesa. Dei de caras com um rapaz louro de tronco nu deitado na cama do beliche ocupado. Ele era a pessoa que eu julgava ser a rapariga, por causa dos champôs e cremes para o cabelo. O rapaz da cama de cima não era conhecido dele.Ainda não tinha chegado.
O louraço era muito simpático, chamava-se James e era australiano. Ao princípio nem prestei atenção ao que ele estava a dizer, a noite até estava fria mas eu fiquei cheia de calor. ahahahah Ele era MESMO giro!!!
Falámos um grande bocado e depois ele disse para sairmos todos no dia seguinte à noite. Nós dissemos que íamos à Disneyland Paris, mas que dava para sairmos.
Apagámos a luz e dormimos.
12 de Agosto - Paris
Chegámos ao Aloha Hostel, que ficava perto da estação de Metro Volontaires.
O hostel era um prédio que ficava num bairro residencial, muito calmo e cheio de mercearias e lojinhas. A dona era sul-americana e era toda modernaça. A filha também era simpática e trabalhava lá.
Fizemos logo o check-in, pagámos mas só se podia subir para os quartos a partir das 17h. Ok. Eram 11h da manhã. Decidimos deixar as tralhas no quarto da bagagem (nem se conseguia entrar lá dentro, havia mochilas até à porta) e fomos fazer o reconhecimento do terreno. Ficámos num sítio espectacular, pois da estação de metro via-se a Torre Eiffel!!!
Nesse primeiro passeio não tirámos fotografias, pois as nossas caras estavam horrendas. Precisávamos de um banho e roupa lavada. Ainda resistimos umas horas na rua, mas depois regressámos à base. Ficámos a fazer tempo na recepção e a menina que lá estava deve ter tido pena de nós, pois deixou-nos subir muito mais cedo do que a hora regulamentar.
O nosso quarto ficava no terceiro e último piso. Havia 7 quartos nesse piso e um duche. (ai o duche - já aqui volto).
O nosso quarto tinha dois beliches, um dos quais já estava ocupado. Ao lado, um pequeno espelho e lavatório, para lavar os dentes. O meu irmão ficou com a cama de cima e eu com a que sobrou, a de baixo.
O nosso beliche!!!
No outro beliche devia estar um casal. Serão namorados? Hum… O de cima é o rapaz. Cama desarrumada, toalha molhada em cima dos lençóis. Homem, de certeza. O de baixo deve ser o quê? A irmã? Deus queira que eles não sejam como os do hostel de Salzburgo (aqueles irmãos ingleses enjoados que não falavam com ninguém). Se calhar é a namorada. Só havia produtos para o cabelo. Vamos ver o que sai daqui… Resta esperar até que eles cheguem.
Tomámos banho no duche. Um cubículo sem janelas, em que o chuveiro era o cano da água e depois tinha um botãozinho (temporizador). Ok, já passámos por pior, vamos a isto. O temporizador estava marcado para 20 segundos. Os 40 segundos iniciais serviam p aquecer a água, para conseguirmos entrar no banho. Depois o resto era fácil. Carregar no botão de 20 em 20 segundos até acabar a higiene pessoal. Sempre com as havaianas calçadas, claro.
Depois de lavadinhos e perfumados, fomos passear.
11 de Agosto - Roma (Milão) Paris
Apanhámos um comboio em direcção a Milão. Chegámos lá à noite. Como o comboio para Paris partia passado uma hora, às 23h30, não pudemos passear em Milão.
Havia muitos imigrantes na estação, houve um marroquino entradote que meteu conversa connosco e ainda deu para nos distrairmos enquanto estávamos à espera.
Quando chegou a hora do embarque, eu e o meu irmão fomos a correr para o nosso vagão, para apanharmos os melhores lugares. Chegámos ao nosso compartimento e surpresa das surpresas: era m-i-n-ú-s-c-u-l-o! Entretanto, tinham chegado também os nossos companheiros de viagem, um francês lingrinhas da minha idade (entre os 25 e 30 anos) duas mulheres africanas e uma miudinha, que era neta de uma delas. Uma dúvida pairava nas nossas cabeças: onde estão as camas para esta gente toda? O francês, Christophe, era todo despachado e, lá montou as camas que faltavam, que eram os encostos de cabeça de quem ía sentado.
Ficámos então com uma espécie de wagon-lit que mais parecia um jazigo com beliches de três andares.
O nosso vagão era igual a este. Saquei esta fotografia do site http://embudapeste.livejournal.com
Depois de chegarmos a um consenso em relação a quem ía ficar com as camas de cima e por aí fora, começamos a viagem ainda meio calados. Eu e o meu irmão nas camas de cima, o francês e uma das mulheres no meio e a outra mulher e a neta em baixo.
Mas depois as duas mulheres, que eram dos Camarões começaram a conversar e rapidamente ficámos todos a ouvir a conversa até que às tantas já estava tudo à gargalhada e a conversar alegremente. A mais divertida chamava-se Marcelle e estava de regresso a casa, nos arredores de Paris. Tinha ido a Nápoles e tinha feito “muitas compras, verdadeiras pechinchas, sapatos a um euro, queres ver?”, dizia ela para a amiga. E nós, francês lingrinhas incluído, com a cabeça de fora da cama a ouvir tudo, curiosos. “Não acreditas? Eu mostro-te!”, e pediu-me para eu lhe dar o saco cheio de tralha que estava aos meus pés. “Olha estes! Um euro!” e tudo de boca aberta a ouvir as histórias da Marcelle. Depois rendemo-nos ao cansaço e adormecemos profundamente. Só acordámos de manhã, já quase em Paris. Foi uma das melhores noites de sono deste interrail, acho que os solavancos do comboio me embalaram e não acordei uma única vez durante a noite. Foi maravilhoso.
20 de outubro de 2008
10 e 11 de Agosto - Roma

17 de outubro de 2008
8 de Agosto – Roma
Lá descobrimos um Hostel na lista de pousadas da juventude que a menina do Guichet nos passou para as mãos, ligámos a reservar (não fosse alguém antecipar-se a nós) e apanhámos o Metro. O Metro de Roma é o degredo total. Parece as estações da linha Verde que ainda não foram recuperadas, mas elevadas à quinta potência. Cheira mal, pessoas feias, tudo podre, confuso, labiríntico e sem acessos para os deficientes. Pergunto-me a mim própria como não reparei nisso há uns anos, quando lá fui visitar as minhas amigas em Erasmus.
Chegámos ao Hostel e o rapaz que nos atendeu foi um porreiro, disse que ía fazer os possíveis para encher os outros quartos e que nos ía deixar aquele quarto sem ninguém. Acho que ele tinha um fraquinho por mim, porque na última noite em Roma, convidou-me para sair AHAHAH. Cumpriu o prometido e não tivemos ninguém a partilhar o quarto connosco durante a estadia inteira.
Nessa noite, mostrei Roma ao meu irmão.
15 de outubro de 2008
8 de Agosto – Veneza
Fizemos várias paragens até chegarmos a Veneza. Como se pode ver no mapa, seguimos por Siofok, Dobova, Ljubljana, Villa Opicina até chegarmos a Veneza.
Escusado será dizer que em cada fronteira, entravam os revisores e os guardas, para verificarem os documentos dos passageiros. Abriam também os tectos falsos dos vagões, talvez para apanhar alguma situação de emigração ilegal.

Retirado do site http://www.interrailnet.com
Na verdade, a paragem em Veneza foi só para cortar a viagem até Roma. Mas já que ali estávamos, aproveitámos para rever os sítios já nossos conhecidos (em viagens anteriores).
Às 7h já estava um calor horrível e já só queríamos que o tempo passasse rápido. Andámos a passear a pé e fomos ao Campanário ver a vista. Depressa percebemos que o passeio não ia durar muito mais.
Acabámos por ficar apenas uma manhã em trânsito: estávamos exaustos e além disso, deixar as mochilas no armazém de bagagem da estação dos comboios não é propriamente barato, antes pelo contrário. E andar com as mochilas às costas NÃO ERA opção.
E ir à casa de banho da Estação? “Queres fazer chichi? Paga 80 cêntimos!”
Põem-se as moedinhas na ranhura e a portinhola (do estilo das portinholas do metro) abre-se. Se não tiveres trocos, há uma máquina que troca, ao lado das portinhas. Na última vez que estive em VNZ ainda não havia este sistema. Fiquei um bocado irritada, sinceramente.
Ao meio dia já estávamos completamente de rastos. E por incrível que pareça, ficámos até à hora da partida na estação, a comer Calipos e a beber água. Já nem me lembro se comi sandes ou não. Já só queríamos entrar no comboio para Roma.

O melhor:
- a beleza intemporal de Veneza
O pior:
-o cansaço
7 de Agosto – Budapeste
A entrada custava cerca de 12 euros e dava direito à piscina interior, aos banhos termais masculinos/ femininos e à piscina exterior.

Gostei muitíssimo da companhia do Bruno em Budapeste e da companhia do Pedro em Praga. Sentimo-nos mais acompanhados e seguros. Calhou bem termos amigos nos sítios onde os habitantes são mais carrancudos.
6 de Agosto - Budapeste
Sempre a andar a pé, visitámos toda a cidade.
Gostámos sobretudo da visita guiada à Ópera, da Basílica de Santo Estevão, da Ponte Széchenyi, de passear na Andrassy Ut e claro, do Parlamento.
O por-do-sol e a luz em Budapeste foram duas surpresas com as quais não contávamos.

Um bonito fim de tarde em Budapeste!
Jantámos os três numa tasca de comida kosher e depois fomos sair à noite, para o bairro judeu, em Buda.
Fomos a três bares, cada um melhor do que o outro.

Budapeste
5 de Agosto – Budapeste
E assim foi: A viagem correu bem, estávamos ansiosos por chegar la, mas no fim de contas, depois de vermos Viena naquela tarde, ficámos com pena de a deixar tão pouco explorada.
O Bruno foi mesmo um anfitrião muito prestável, veio buscar-nos à estação, fomos todos de autocarro até à casa dele, onde nos fez o jantar e nos indicou o sítio onde íamos dormir (caminha feita e tudo!)
Dormimos como uns bebés :)
14 de outubro de 2008
5 de Agosto – Viena
Havemos de lá voltar um dia.
4 de Agosto – Viena
Esta era a única cidade cujo mapa não estava totalmente claro nas nossas cabeças. (Antes da viagem, ainda em Lx, planeámos minimamente os nossos dias, para que não houvesse conflitos de interesses nem perda de tempo, em relação aos sítios a visitar). Para além disso, o facto de estar tudo em Alemão não ajudava nada (o meu irmão sabe o básico de alemão, mas não se lembra de metade das coisas. Eu só sei os palavrões).
Como tínhamos tido aquela sorte monumental em Slzb com o hostel, julgámos que íamos conseguir alojamento em três tempos…afinal, Viena é uma cidade muito maior! ERRADO.Não havia nada. NADA!!!
O nome dizia tudo : álibi hostel. “Alibi?? Oh meu Deus. Não vamos sair daqui vivos”.

O porta-chaves do nosso quarto em Viena - MEDOOOO
Jantámos um cachorro quente mal-amanhado numa roulotte lá ao pé e dormimos um bocado espremidos na cama de solteiro. Os meus pés ao lado da cabeça do meu irmão e os pés dele (ARRRRGHHH) ao lado da minha cabeça.
O nosso quarto ficava no 5º andar à frente da cozinha do hostel, que era simultaneamente a sala de convívio. Não é preciso dizer mais nada, pois não?































